Arquivar para julho de 2009

Digitale é tema de matéria no JT

Digitale - agência digital no Jornal da Tarde

Foi publicado neste domingo, 26 de julho, pelo Jornal da Tarde de São Paulo, a matéria “Diversão no trabalho aumenta a produtividade e dribla a crise”. A reportagem de autoria das jornalistas Luciele Velluto e Priscila Dadona, retrata o dia a dia de empresas que possuem programas de bem estar, como sessões de cinema, pingue-pongue durante o expediente, têm conseguido manter seus funcionários motivados mesmo durante a turbulência econômica.

A Digitale – agência digital participou da matéria ao lado de empresas como o Grupo Santander / Real, DHL, Visa Vale, entre outras.

Confira a matéria na integra!

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Musica.com.br

foto by Piero dAvila

Seria um clichê começar este texto dizendo que o “mundo mudou”! Porém, por mais que esta expressão seja desgastada, não há outra forma de compreender a realidade que nos cerca senão recorrer a este tipo de introdução. Quando ganhamos a conta digital da nova banda de Junior Lima, Champignon e Cia, sabíamos que a maneira como iríamos nos relacionar com os fãs e admiradores da banda seria totalmente diferente. Tudo isso por um simples – porém, fundamental – detalhe: as pessoas não acessam mais um site, elas querem participar de todo processo.

Com base nesta premissa, criamos as primeiras ações para a banda de rock Nove Mil Anjos.

A primeira estratégia foi criar um site teaser, que fosse na verdade uma espécie de porta de entrada para as principais comunidades que cercam o universo de usuários interessados na 9MA. Com isso destacamos “oficialmente” o conteúdo gerado por estes usuários, além de permitir que estes se encontrem e se relacionem.
Ainda sobre este novo conteúdo gerado diretamente pelo usuário, em razão da ausência de uma presença de mídia (tv) mais intensa -- haja vista que a banda acabará de ser lançada -  resolvemos criar a nossa própria televisão online, prepararada com o objetivo de ampliar a participação da banda e -- principalmente -- para estimular a produção de vídeos por parte dos fãs.

O resultado foi o envio de dezenas de vídeos homenagens, enviados por fãs de todo o Brasil, que intercalam a programação da Tv online, com os conteúdos “oficiais” da banda, como participação em programas de televisão, versões de música exclusivas para o site e etc.

Além de estimular as comunidades criadas espontaneamente pelos usuários, nós também criamos e mantemos uma rede de conteúdo oficial, baseado não no site, mas nas comunidades sociais que transitam em torno, como o Flickr, Orkut, Fotolog, Twitter, Youtube, Facebook e etc. Sempre abastecendo e municiando a comunidade com informações – muitas vezes em primeira mão – sobre a banda. Com isso o site oficial acaba sendo um ponto de encontro sobre o que acontece com a banda, entretanto, o conteúdo está espalhado de maneira a garantir uma maior capilaridade para as ações online da banda.

Outro elemento importante está na parceria formal que construímos com os principais players da internet brasileira, como o UOL, MTV.com.br -- com o Blog do Perí, Google, MySpace e etc. Esta aproximação tem o objetivo de disponibilizar sempre a melhor infra-estrutura técnica para a banda, além do planejamento de projetos diferenciados e que garantam relevância e ações diferenciadas como o caso do Projeto Estúdio Mega UOL, uma parceria entre o estúdio Mega e o Portal UOL, que consiste na transmissão de um pocket show da banda que foi veiculado exclusivamente em mídia online.  De certa forma, a produção deste tipo de conteúdo já era lugar comum, a diferença está na maneira na utilização do canal internet, garantido maior atenção ao meio digital.

Mas, voltando um pouco no tempo, é preciso lembrar de um dos um dos pontos mais importantes deste início de projeto, que foi a divulgação do single para download no site da MTV.  No final de outubro, disponibilizamos a música  “Chuva Agora” para download no site teaser da banda. A infra-estrutura de hospedagem ficou a cargo dos servidores da MTV, baseados no UOL. Momentos depois dos acertos técnicos, o UOL deu destaque do fato na home do portal, fato que resultou na queda momentânea dos servidores da MTV que não suportaram a demanda pelos downloads.

Outra estratégia importante foi liberar uma semana antes do cd chegar as lojas, o álbum completo para audição no MySpace, que resultou -- até o momento em que escrevo este artigo – em mais de 280.000 execuções, um resultado bastante expressivo, que entre outras coisas, garante um bom feed back acerca da melhor estratégia de execução das músicas nas mídias tradicionais, como rádio e televisão. Isso sem contar a quantidade de pessoas impactadas com os vídeos criados especialmente para o Youtube, que somados representam mais de 150.000 exibições.Com base neste novo cenário de oportunidades, onde o acerto e o erro de uma ação são identificados em tempo real, o usuário cada vez mais precisa ser visto com atenção e respeito.

Mais do que nunca, o verbo participar ganha força e o sucesso das ações nos meios digitais dependem em parte desta compreensão.

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Fukimoto & Associados

Mais um projeto no ar! Trata-se do Hotsite da Fukimoto & Associados, uma tradicional empresa paulista atuante no mercado de seguros e assistência médica. O projeto – o primeiro criado pela Digitale – tem o objetivo de apresentar nova unidade da empresa, sediada em São José dos Campos. Além do Hotsite, estão sendo preparados ações em Email Marketing e Mídia online.

Acesse o site: www.http://www.fukimotosjcampos.com.br/

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Orkut: um ótimo lugar para conversar com seu consumidor

Em 2004 surgiu um serviço curioso, projeto de um dos funcionários do Google, que tinha como intuito provar a  teoria dos seis graus de separação – aquela que afirma que qualquer pessoa no mundo está a no máximo cinco pessoas de “distância” de uma outra pessoa. O tal serviço curioso é o orkut, que conquistou milhares de pessoas no Brasil, em um sucesso sem igual.

De repente, esse projeto paralelo de Orkut Büyükkökten virou febre nacional. Convites foram enviados para todos os lados e, em pouco tempo, boa parte das pessoas que você conhecia estavam por lá também. As comunidades, que deveriam, a princípio, funcionar como fóruns de discussão, foram criadas a rodo, como “etiquetas” sobre os usuários. “Odeio acordar cedo”, “Amo final de semana” e “Amo chocolate” tornaram-se rapidamente as comunidades mais populares, e assim também funcionou para quaisquer critérios que pudessem identificar um grupo, como estilos musicais, bandas, literatura, esportes e toda sorte de coisas.

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em 5 anos, mais de 50% dos usuários se declaram brasileiros, e é o segundo site em acessos no Brasil (Alexa)

Nessa de etiquetar atitudes e costumes, não foi difícil surgirem comunidades de marcas diversas, mas não só no estilo do “eu amo isso” ou “eu odeio aquilo”, mas também de identificação do público com a marca, com sonhos de consumo e invencionices diversas. Se você acha absurdo pensar em embalagem de coca cola de 20 litros, ter uma máquina de Nescafé em casa ou em pacote de doritos de 5kg, é porque ainda não passeou pelas comunidades do orkut.

Essas comunidades não foram criadas por agências de publicidade, ou como campanhas de marketing das marcas: são a livre expressão do consumidor que é fã, que é uma espécie de embaixador do produto, um perfeito evangelizador. Imitar esse processo criando uma comunidade a partir de uma agência sem ter uma visão de como a coisa funciona depõe mais contra a imagem da marca do que a favor.

Querer estar presente em comunidades online também pressupõe que a marca quer estabelecer uma relação com seus consumidores e que está aberta a sugestões, críticas, reclamações e toda sorte de coisas que podem vir de um consumidor “fanático”. Acima de tudo, estar disposto a ouvir o consumidor é essencial. Melhor ainda se puder respondê-lo. Também não adianta criar uma plataforma própria de relacionamento: é preciso ir onde o consumidor está, e não força-lo a modificar algum hábito. A intenção é interagir dentro dos ambientes em que o consumidor se sente confortável, e não onde a marca acha que é mais conveniente.

Existem conhecidos casos de sucesso de empresas que passaram a acompanhar comunidades do orkut que tinham relação com a marca. Um que mostra bastante a relevância dos consumidores é o case da Nestlé ao acompanhar a comunidade “queremos o nescau tradicional“. Com o crescimento das versões diferentes do Nescau (2.0. light, nutri…) a versão tradicional acabou ‘desaparecendo’ das prateleiras. Os consumidores que eram fãs do Nescau Tradicional “reclamaram” ao criar a comunidade, e a Nestlé, sabiamente, respondeu aos consumidores e tomou providências para que não houvesse falta da versão tradicional nos supermercados.

A Elma Chips também soube aproveitar. Utilizou a comunidade “queremos Doritos 5kg” como gancho para promover uma campanha publicitária: criou uma tiragem especial do produto, com pacotes de 5kg, e enviou a alguns participantes da comunidade, realizando o “sonho de consumo” de Doritos. De forma conjunta, também desenvolveu um concurso para que descobrissem quantas tortilhas havia em um pacote gigante de Doritos. Quem acertasse a quantidade levaria o pacote gigante pra casa.

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Fã é assim: tira foto com o pacote

Esses são exemplos de como uma empresa pode usar da força do consumidor para melhorar sua imagem e até mesmo para alavancar boas campanhas publicitárias, que agradam o cliente no seu íntimo – pacotes enormes de doritos para quem sonhava com isso – e mostram a preocupação da marca com o seu público.

E você, já foi conferir sua marca no orkut?

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